Águas de Santarém assinala Dia Nacional da Água
O Dia Nacional da Água celebra-se, em Portugal, desde 1983, a 1 de outubro, data escolhida para fazer coincidir com o início do ciclo hidrológico, ou seja, por se tratar da época em que as reservas hídricas atingem o seu mínimo e quando começa o período chuvoso do ano.
Esta efeméride foi criada para promover a reflexão sobre a importância da água, sendo, por isso o momento ideal para incentivar a consciencialização de todos, e cada um de nós, para o uso eficiente e responsável deste recurso escasso e essencial à vida de todas as espécies. É, pois, uma oportunidade para atribuir à água o seu devido valor em todas as suas dimensões – social, ambiental e económica.
A situação de seca que se tem vivido em Portugal, fruto de uma sequência de anos pouco chuvosos, aliada às alterações climáticas a nível global e respetivo impacto na qualidade de vida humana, coloca a água no centro das preocupações de governos e instituições nacionais e internacionais.
No dia em que se comemora este bem tão precioso e finito, os cidadãos são chamados a tomar consciência acrescida do quão vital é assegurar a disponibilidade e a gestão sustentável da água potável e do saneamento para todos. Presente o facto de que a gestão da água tem impacto em setores tão variados como sejam, entre outros, a saúde, alimentação, energia, indústria, é, pois, imperativo que todos, sem exceção, assumam a responsabilidade na preservação deste recurso, reduzindo o consumo doméstico em permanência, privilegiando, assim, um menor desperdício.
O rigor e controlo da qualidade da água são uma prioridade para a empresa Águas de Santarém, que, sustentada pela monitorização laboratorial de parâmetros acreditados, garante a qualidade da água fornecida, aconselhando, assim, o seu consumo.
A empresa Águas de Santarém, consciente da importância deste recurso natural, relembra os 12 princípios em que assenta a Carta Europeia da Água, proclamada pelo Conselho da Europa, em Estrasburgo a 6 de maio de 1968, e que procura combater os principais problemas associados à sua utilização:
- Não há vida sem água. A água é um bem precioso indispensável a todas as atividades humanas.
- Os recursos de águas doces não são inesgotáveis. É indispensável preservá-los, administrá-los e, se possível, aumentá-los.
- Alterar a qualidade da água é prejudicar a vida do Homem e dos outros seres vivos que dependem dela.
- A qualidade da água deve ser mantida a níveis adaptados à utilização a que está prevista e deve, designadamente, satisfazer as exigências da saúde pública.
- Quando a água, depois de utilizada, volta ao meio natural, não deve comprometer as utilizações ulteriores que dela se farão, quer públicas, quer privadas.
- A manutenção de uma cobertura vegetal adequada, de preferência florestal. É essencial para a conservação dos recursos hídricos.
- Os recursos aquíferos devem ser inventariados.
- A boa gestão da água deve ser objeto de um plano promulgado pelas autoridades competentes.
- A salvaguarda da água implica um esforço crescente de investigação, de formação de especialistas e de informação pública.
- A água é um património comum, cujo valor dever ser reconhecido por todos. Cada um tem o dever de a economizar e de a utilizar com cuidado.
- A gestão dos recursos hídricos deve inscrever-se no quadro da bacia natural, de preferência a ser inserida no das fronteiras administrativas e políticas.
- A água não tem fronteiras. É um recurso comum que necessita de uma cooperação internacional.
Porque a água é imprescindível à vida, vamos usá-la de forma eficiente!
Cuidar. Poupar. Preservar.
01 de outubro de 2020
O Conselho de Administração